EGEH 2010

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A programação está disponível.

Equipe de apoio para o EGEH

Interessados em participar da equipe de apoio para a construção e finalização do Encontro Gaúcho de Estudantes de História, participem das reuniões às Quartas, às 17h, na sala dos D.A.s do ICH.

Próxima Semana Acadêmica

Resultado dos votos do tema da Semana Acadêmica:
Gênero e Mulher 39%
Interdisciplinaridade 31%
História de Pelotas 22%
Antiguidade Oriental 8%

Então, a próxima Semana Acadêmica será sobre Gênero, Mulher, Sexualidade...
Interessados em participar da equipe de apoio, que contará com certificado, entrem em contato com o CAHis e/ou compareçam nas reuniões todas as terças-feiras, às 17h, na sala dos D.A.s.

Cine Debate

O Centro Acadêmico do Curso de História da UFPel - Gestão Borandá - convida a tod@s para participarem do 2º Cine Debate da História!

Esta segunda temática será em apoio a Campanha 24h de Combate à Homofobia
http://www.24horasdecombateahomofobia.com.br/

Programação:

15 (quarta) e 16 (quinta) de setembro:

Milk - A voz da Igualdade
Em vida, Harvey Milk foi um pioneiro dos direitos homossexuais nos Estados Unidos; 30 anos depois de sua morte ele se tornou um mártir do movimento gay. A vida e a morte deste personagem, recordado como o primeiro homem abertamente homossexual eleito para um cargo oficial na Califórnia, são lembradas no filme mais recente de Gust Van Sant, "Milk", protagonizado por Sean Penn.

Como diz a Bíblia
Provocador e divertido filme que concilia homossexualidade com interpretações e traduções literais da Bíblia. Através das experiências de cinco famílias tradicionais americanas, descobrimos como as pessoas conseguem, ou não, lidar com um filho gay.

Horário: 17h
Local: ICH - Sala E
Valor: R$2,00*
*O valor simbólico de 2 reais é para a organização do XII Encontro Gaúcho de Estudantes de História, que será sediado em Pelotas em novembro!

(Haverá certificado)







Festa da História: BOEMIA, AQUI ME TENS DE REGRESSO!
Dia 28 de agosto (neste sábado)
Pós 23h
Local: Wong Bar (Benjamin Constant esq. Álvaro Chaves)
R$4 antecipado (com o Centro Acadêmico da História) e depois da meia-noite R$5
Show das bandas Divergência e Velha Armada e som do DJ Kostela.
Ceva de todos os preços, inclusive a R$2,50 (garrafa).
Esperamos por tod@s!
A grana arrecada será para a organização do Encontro Gaúcho de Estudantes de História, que será sediado em Pelotas, nos dias 12 à 15 de novembro.





Atividade da graduação no Encontro Estadual da ANPUH

Na quinta-feira (29 de julho) no Encontro Estadual da ANPUH - RS haverá uma atividade destinada aos graduandos e demais interessados para apresentação e discussão do próximo Encontro Gaúcho de Estudantes de História (EGEH). A atividade será às 19h30 na UNIFRA CENTRO, Salão de Atos - Conjunto III.
O próximo EGEH será sediado aqui em nossa cidade, em novembro.
Compareçam!

Condenação do Reitor e Inércia na UFPel

No último dia 22 de Junho foi noticiado pela imprensa novo escândalo envolvendo a UFPel e sua administração. Segundo notícia do blog Amigos de Pelotas (http://www.amigosdepelotas.com/2010/06/tcu-condena-reitor-cesar-borges-e.html), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Justiça Federal condenam o reitor César Borges e o professor Alípio Coelho por usar espaço público da UFPel com interesses privados. Os dois envolvidos usaram de seus mecanismos (contrato sem licitação) para garantir o funcionamento de uma Clínica de Hemodiálise privada(da Santa Casa de Misericórdia de Pelotas) no interior do Centro de Pesquisa Dr. Amilcar Gigante, que pertence à universidade.

Passado o fato, ainda que com a expressão de indignação por alguns estudantes, a maior parte da comunidade acadêmica segue anestesiada. Sequer ouvi colegas ou pessoas pelos corredores conversando sobre o assunto. Por causa destes dois fatos da semana (CONDENAÇÃO do reitor e a inércia da comunidade acadêmica) a realidade me obrigou a reavaliar aspectos da universidade e dos atores que nela atuam.

Nos últimos tempos (desde 2008) todas as pautas do movimento estudantil foram em cima de erros grotescos (pra não dizer crimes) da administração. Desde o golpe na eleição pra reitor em 2008 com a tropa de choque, passando pelas demissões em massa e problemas estruturais surgidos pela má adoção do REUNI. Neste ano de 2010 somaram-se à lista a polêmica adoção do novo vestibular e as grandes dificuldades na assistência estudantil. Porém, correndo na direção contrária dos problemas que aumentam, as articulações políticas da comunidade acadêmica parecem sumir.

Não temos sequer notícias dos sindicatos de professores e servidores, aparentando desmobilização total. No que diz respeito ao movimento estudantil, o DCE compactua com algumas políticas da reitoria, e seu movimento, que na época eleitoral tinha uma enorme nominata, hoje não reproduz luta alguma que não seja pelos meandros burocráticos. Contudo a crise de contestação não passa só pelas instâncias de representação. Grande parte dos estudantes não tem sequer acompanhado os fatos, vivendo a graduação apenas para conseguir o “passaporte pro mercado de trabalho”, perdendo toda intencionalidade e papel social da formação.

Penso que um dos fatores da crise do movimento estudantil esteja no modelo burocrático em que ele é fundamentado. Temos que pensar movimento construindo pauta de mobilização conjunta, centrando nos problemas reais e não resumir à “disputa das instituições”. A prática política na nossa universidade precisa ser repensada, agitada, movimentada. Precisamos criar e fomentar os espaços de debate político, de pensar o papel do estudante na construção da universidade que queremos e da sociedade que queremos. E isto não é ser ingênuo, é ser sério.

Julguei isso importante, porque no momento em que outras bombas caírem sobre nossas cabeças, teríamos um mínimo de consenso e coerência pra fazer um movimento estudantil de luta.

Rodrigo Giovanaz - Coord. de Política Estudantil do CAHIS - UFPEL

Cine Debate

O Centro Acadêmico do Curso de História da UFPel - Gestão Borandá - convida a tod@s para participarem do 1º Cine Debate da História!

Este será o primeiro de vários módulos com temáticas diferentes.
A primeira temática será "Movimentos Sociais" debatido em dois dias.

Programação:

29/jun (terça) - "Sonho Real - Uma História de luta por moradia"
Ficha técnica: País - Brasil; Ano - 2004; Duração - 60min; Produção - Coletivo de Mídia Independente de Goiânia.
Sinopse: Documentário sobre a ocupação "Sonho Real" em Goiânia. O vídeo mostra o desrespeito das autoridades e as violações dos direitos humanos desde antes da violente desocupação.

30/jun (quarta) - "Grain of Sand - Pequeno Grão de Areia"
Ficha técnica: País - EUA; Ano - 2005; Duranção - 61min; Direção - Jill Freidberg.
Sinopse: Fala sobre a luta dos professores de Oaxaca no México. O filme trata de como a destruição da educação é um projeto articulado a partir de diretrizes internacionais.

Horário: 17h
Local: ICH - Sala E
Valor: R$2,00*
*O valor simbólico de 2 reais é para a organização do XII Encontro Gaúcho de Estudantes de História, que será sediado em Pelotas em novembro!

(Haverá certificado)

CONVERSAS NA BIBLIOTECA NEGRA DE PELOTAS

Data: Sábado 12 de Junho as 15h

Local: Clube Cultural Fica Ahí Prá Ir Dizendo (Endereço: Rua Mal. Deodoro, 368)

Temática
A imprensa negra no Rio Grande do Sul

A Biblioteca Negra de Pelotas e o Clube Ficam Ahí convida voce para conviver em um Ciclo de Conversas cujo principal objetivo tem sido aproximar o público em geral de livros, idéias e pesquisas sobre a cultura negra.

Nesta oportunidade a gente poderá conversar com o militante e pesquisador negro José Antonio dos Santos, o autor de “Raiou a Alvorada”, livro publicado em 2003

Em 1907, na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, um grupo de intelectuais negros se une para fundar o jornal A Alvorada. Fundado 19 anos depois da abolição da escravatura no Brasil, A Alvorada, pretendeu desde seu primeiro número ser uma tribuna de defesa dos operários e dos negros de Pelotas. Segundo Santos (2003), "A Alvorada, provavelmente, seja o periódico de maior longevidade desta fase denom inada de imprensa negra”.

No início do século 20, Pelotas, era uma cidade em pleno processo de industrialização e que tinha nos descendentes dos escravos sua principal fonte de mão-de-obra. Entre os redatores do À Alvorada um dos que mais se destacaram foi Rodolpho Xavier



O Ciclo conta com o apoio de professores de Antropologia, Arqueologia e Letras da UFPEL. Haverá certificados para os assistentes. A entrada e totalmente gratuita.